
Jesus não levava para o teatro da sua mente seus conflitos sociais. Ele divulgava e vivia a arte do perdão. Ninguém era seu inimigo, ninguém lhe roubava a paz. Como ele conseguia perdoar pessoas tão injustas e ser livre? O seu segrego era que ele primeiramente compreendia e depois perdoava.
Não perdoava por perdoar.
Não perdoava por perdoar.
Perdoava porque compreendia as misérias psíquicas ocultas das pessoas que o feriam. Para Ele, os agressivos, impulsivos, discriminadores, eram violentos consigo mesmos, escravos dos seus conflitos. Os perdoava sem esforço. Aquietava sua emoção, liderava seus pensamentos.
Ao morrer na cruz, o Mestre da vida disse: «Pai, perdoa-os porque eles não sabem o que fazem». Ele desculpou seus carrascos, porque compreendeu que eles eram escravos dos sistema social. Foi livre até enquanto morria. Que homem é esse que demonstrou qualidade de vida emocional até quanto seu corpo agonizava? Sua psicologia era profunda. O Amor, a compreensão e o perdão teciam sua alma.
Qual é a maior vingança contra uma pessoa que o decepcionou? É compreender sua fragilidade e perdoá-la. Perdoe e você ficará livre dela. Odeie-a e ela dormirá com você e perturbará seu sono.
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